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Estas habilidades estão sendo mais exigidas dos engenheiros civis A retomada na construção civil aumenta a demanda por engenheiros capazes de tocar o dia a dia de uma obra sem perder o foco na eficiência

De 2014 para cá, o setor de construção civil encolheu 20,5%. Enquanto a crise fiscal derrubou investimentos em infraestrutura, a instabilidade econômica reduziu a compra de imóveis. Agora o segmento ensaia uma lenta retomada.
Nesse cenário de recuperação, uma profissão, em especial, vem ganhando notoriedade: a de gestor de canteiro de obras. Segundo levantamento do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), a ocupação está entre as 30 que terão maior relevância no futuro. Com a tecnologia facilitando o dia a dia das edificações, esse profissional está ganhando um papel cada vez mais estratégico.
Entre suas funções, por exemplo, estão o cronograma do projeto, o controle de custos, o gerenciamento da equipe, a logística de compra e entrega de materiais e a fiscalização das exigências de certificações de qualidade.
“Hoje as construtoras buscam engenheiros capazes de ir além dos números, com habilidade para se comunicar, trabalhar em equipe e planejar”, diz Alexandra Justo, responsável pela área de oportunidades de carreira do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp).
Isis Borge, gerente sênior da divisão de engenharia e supply chain da consultoria Talenses, ressalta que a função se tornou mais complexa após a crise. “Esse profissional passou a responder pela rentabilidade e pelo planejamento estratégico por trás do empreendimento”, diz.

Indonésia construirá nova capital para substituir a superlotada Jacarta

Nova capital será na parte oriental da ilha de Bornéu e objetivo é fugir da congestão viária, da superpopulação e inundações de Jacarta

Jacarta - Indonésia
Jacarta —  O governo da Indonésia começará a construir sua nova capital no final de 2020 na parte oriental da ilha de Bornéu para fugir da congestão viária, da superpopulação e das inundações de Jacarta, anunciou nesta segunda-feira o presidente, Joko Widodo.
A nova capital alojará inicialmente um milhão e meio de residentes e custará cerca de 466 trilhões de rupias (US$ 32,65 bilhões) e espera-se que a mudança possa começar em 2024, quando terminar a legislatura atual do presidente.
Widodo anunciou que a capital será transferida de Jacarta a uma zona entre os municípios de Kutai Kartanegara e Penajam Paser Utara, no leste da ilha de Bornéu.
O presidente acrescentou que a escolha da nova localização entre os dois municípios se deve ao fato de ser uma zona de “mínimo risco” de desastres como tsunamis, terremotos e vulcões que castigam com frequência outras ilhas do arquipélago, e por sua proximidade com a capital provincial, Balikpapan.

A localização entre as cidades de Samarinda e Balikpapan, conectadas por uma rodovia de cerca de 90 quilômetros, e sua conexão com o porto e aeroporto da capital provincial também foram determinantes na hora de designá-la na frente de outras candidatas, segundo o presidente.